Eu já falei sobre religião por aqui. Contei sobre as suas experiências, vontades e observações.
Agora, seis anos depois, volto a esse assunto. Eu amadureci na minha fé enquanto mantenho a mesma percepção de que o bem não é uma moeda de troca e o respeito às religiões.
Nasci na Igreja Católica, frequentei cultos e encontrei no Espiritismo consolo e respostas. Estou mais focada no estudo e isso me faz bem.
Leia também: Qual é a sua religião?
Você ainda não se decidiu.
Eu não te forço a nada. Outro dia você foi em um retiro católico com algumas amigas, viveu a experiência e, dessa vez, não gostou. É questionadora.
Também não quer frequentar o Centro Espírita conosco e está tudo bem.
Não pretendo te infuenciar, mas nas nossas conversas compartilho o que aprendo e reflito. Já você sempre me surpreende.
Confesso que morri de orgulho quando você me contou que em uma conversa com os seus conselheiros na escola repetiu o que virou um mantra na nossa casa.
"Estamos em evolução e precisamos vigiar as nossas ações para não atrasá-la". "Olha a evolução", repito.
Ah, e tem também: "Estamos na nossa melhor versão" e "Jesus é o nosso exemplo para ser".
Caí na gargalhada. "Vão dizer que sou a louca do Espiritismo", observei.
Mas gostei tanto! Para mim, significa que estou plantando a semente e você vai ter as raízes para render frutos.
Só não esqueça que foi você que me deu a primeira lição espírita: "Nosso corpo é uma roupinha emprestada por Deus e temos o dever de cuidá-lo".
Que assim seja.
