Gigi! Com certeza o prêmio de crítica de cinema já tem dona. Se não agora, daqui há alguns anos ele é seu.
Na cerimônia de entrega do Oscar ontem à noite fiquei impressionada sobre como você conhece quase todos os atores e consegue listar diversos filmes em que eles já atuaram em uma velocidade luz.
E nem fui eu que te chamei para assistir. Você que insistiu para que eu ficasse acordada e não perdesse nenhum minuto.
Se você tem dúvidas sobre o que vai ser quando crescer. Aposte no que gosta.
Outro dia uma professora te falou que nem todo mundo naquela sala seria bem sucedido. Que era muita gente para ter sucesso, ser rico e fazer o que gosta. Quanta besteira! Na verdade, ela foi infeliz em escolher as palavras.
A gente pode ser o que quiser. Para isso existe um processo e o sucesso não tem só uma face.
Ontem, por exemplo, torcemos para Fernanda Torres ganhar como Melhor Atriz e Ainda Estou Aqui levar o Melhor Filme. No saldo final, conquistou o Melhor Filme Internacional.
Vibramos! Evie (a Manchetinha) correu de susto.
Ainda que não tenha sido o reconhecimento máximo! Fernanda Torres era indicada - assim como a mãe dela, Fernanda Montenegro, foi há 25 anos - ao prêmio máximo. Nenhuma delas ganhou, mas são talento puro. Ninguém duvida.
Foi fácil até aqui? Não, mas elas conseguiram. E o final nem chegou.
Elas fazem o que gostam, começaram a ganhar mais dinheiro e têm muito sucesso. Mais do que as artistas de Hollywood do meu ponto de vista. Afinal, é muito mais difícil fazer cinema no Brasil.
Ao perder para Mikey Madison, Fernanda Torres pediu: "Vamos sorrir. Sorriam!", em uma referência ao trecho do filme em que a família Paiva posa para a foto de uma reportagem em que o editor pediu um semblante triste para ilustrar a tragédia da vida real.
E você a todo momento lembre-se de que eu "Ainda (e sempre) Estou Aqui". Para agora, vamos assistir Nora . Fiquei curiosa.