Em três semanas fomos da fé na seleção brasileira para a decepção com os jogadores. A derrota para a Noruega confirmou aquele medo que te trouxe ansiedade. Se as coisas mudarem tática e sistematicamente pode ser que a expectativa renasça daqui a quatro anos.
Aliás, muito provavelmente a gente vai ter esperança novamente em 2030. É o sangue brasileiro.
Acho, inclusive, que foi a brasilidade que faltou para a seleção. Talvez se eles tivessem jogado descalço teriam colocado a raça daqueles meninos que sonhavam em ser jogador de futebol e venceram obstáculos muito maiores do que o Haaland para chegar onde estão.
Isso a gente não pode esquecer. Eles não podiam ter esquecido.
Agora metade da bandeira está a meio mastro e a outra está em campo. A seleção americana tem veia imigrante e jogado bem. A camisa também está no peito.
Vai torcer, vamos torcer, mas tem que ser jogo limpo ainda que já tenha uma mancha, afinal anular um cartão vermelho à pedido do presidente do país é vergonhoso. A arbitragem erra e faz parte da competição, não pode(ria) reverter.
Um árbitro sempre vai delinear uma partida e tudo pode ser diference quando troca essa peça, inclusive para o Brasil.
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